Sábado, 20 de Dezembro de 2014




Visitantes poderão se inscrever em 35 cursos durante os dez dias do evento


Técnica de fundição em vidro reciclado aliada à criação de bijuterias com pigmentos e incrustação de pedras brasileiras: um dos cursos oferecidos aos visitantes na Art Mundi.

Uma imersão nas técnicas do artesanato. É o que promete o presidente da Associação Casa do Artesão de Santos, Cleofaz Alonso Hernandes, durante a 10ª edição da Art Mundi, feira mundial do artesanato, de 31 de agosto a 9 de setembro, no Mendes Convention. Em um espaço de 50 metros quadrados, cedidos pela Diretriz, empresa promotora do evento, Cleofaz coordenará aulas de trabalho manual com diversas matérias-primas. Estão previstas oficinas de marchetaria, arte em escama de peixe, customização em tecido, bijuteria em papel, colar em tricô de dedo e entalhe em madeira, entre outros. Artesão há 25 anos, Cleofaz e sua esposa, Valéria, ficarão encarregados de ministrar os cursos de fundição em vidro reciclado, técnica que ele vem desenvolvendo há três anos.

“Trabalho há 25 anos com artesanato, mas só recentemente comecei a criar peças a partir da fundição de vidro. Eu me encarrego de preparar o vidro e minha esposa, a Valéria, cria as bijuterias. O resultado é impressionante”, diz Cleofaz. Durante a feira, devem passar pelas oficinas da Associação Casa do Artesão cerca de 350 pessoas. Cada um dos inscritos, segundo Cleofaz, sairá da aula de cerca de uma hora com as noções básicas do artesanato e poderá complementar seu aprendizado em cursos de maior duração promovidos pela associação, cuja sede deve ser inaugurada em 10 de setembro, no Mercado Municipal de Santos.

A Associação da Casa do Artesão conta atualmente com 25 artesãos. Destes, 16 participarão da Art Mundi. De acordo com Cleofaz, a entidade ganhou fôlego a partir da criação do Programa de Artesanato Brasileiro (PAB) por iniciativa do governo federal. Recentemente, a associação conquistou, ainda, o apoio da secretaria do Meio Ambiente da prefeitura municipal de Santos, cujo incentivo levou boa parte dos artesãos a trabalharem apenas com recicláveis. Segundo Cleofaz, o artesanato santista tem origem no cultivo da cana-de-açúcar. Já no século XIX, escravos fabricavam cestos e tapetes a partir da fibra da cana. Um projeto encaminhado à Fundação de Arquivo e Memória de Santos por Cleofaz tem o objetivo de recuperar esse trabalho.

“Queremos que a técnica do trançado com cana e também com a fibra de bananeira, oriundo do litoral paulista e do Vale do Ribeira, seja resgatada e preservada”, diz o artesão. A Art Mundi deve reunir cerca de 100 expositores de 20 países e 15 estados brasileiros durante os dez dias de realização. Os horários são os seguintes: de segunda a sábado e feriado das 14h às 22h, domingo das 14h às 21h. Os ingressos custam R$ 10 (R$ 5 para as pessoas com mais de 60 anos). Crianças até 12 anos não pagam.

Mais informações no site www.artesanatodiretriz.com.br

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